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Matrix betas (ou Versões anteriores da Matrix), como o próprio nome diz, são antigas versões da Matrix criadas pelo Arquiteto, que no entanto, sofreram falhas críticas. Antes da terceira e última versão, houve apenas duas versões distintas da Matrix.

Pré-Matrix Beta 1 Editar

Depois que a Guerra das Máquinas terminou, os seres humanos sobreviventes remanescentes foram levados para serem estudados e conectados a uma Matrix inicial "localizada" na primeira usina de energia sem a consciência de estarem conectados a essa Matrix.

Matrix Beta 1 - A Matrix Paraíso Editar

O primeira Matrix (conhecida como a Matrix Paraíso) foi concebida para ser um mundo humano perfeito, onde ninguém sofreria e todos seriam felizes. No entanto, a mente humana não poderia aceitar esse conceito, e dezenas de seres humanos rejeitaram o programa. O Agente Smith (mencionando essa história para um preso e drogado Morpheu) observou que "foi um desastre, colheitas inteiras foram perdidas"[1], o que implica que muitos seres humanos simplesmente morreram por causa de sua incapacidade de aceitar essa primeira versão da Matrix. Essencialmente, os seres humanos na Matrix Paraíso, mesmo sem memórias ou conhecimento da vida fora dela, poderiam inerentemente dizer que esse mundo era "bom demais para ser verdade".

Matrix Beta 2 - A Matrix Pesadelo Editar

Uma segunda Matrix (conhecida como a Matrix Pesadelo) foi criada. Desta vez, O Arquiteto não tentou fazer um mundo perfeito, mas uma baseada na história humana "para refletir com maior precisão as grotescas variantes de sua natureza"[2]. Desta vez, O Arquiteto inseriu uma opção de causa e efeito primitivo para o mundo virtual.

O Merovíngio era um defensor da causa e efeito e negou a realidade de escolha dentro da Matrix. Ele também manteve capangas que sua esposa, Persephone, descreveu como sendo proveniente de uma versão muito antiga da Matrix. Isto sugere fortemente que o próprio Merovíngio pode ter tido uma mão na criação da segunda Matrix beta. Mesmo ele não tendo um papel direto na sua criação, o Merovíngio era originalmente o sistema operacional da segunda Matrix beta, coordenação as ações dentro de todo o mundo virtual.

O próprio chateau do Merovíngio e seus artefatos dão algumas poucas indicações da primeira Matrix beta, enquanto a segunda Matrix beta foi projetada para assemelhar-se o mais perto possível da história humana real, ela se assemelhava, um tanto, a uma pomposa opera ou filme de terror B. Em vez de um alegre e macio "Paraíso" como a versão anterior, a Matrix Pesadelo foi preenchida com vários "monstros", como vampiros e lobisomens. Os seres humanos dentro desta Matrix, que agora operava dentro de uma estrutura de causa e efeito, não tinham escolha verdadeira, e não podiam agir por fora desses scripts. As mentes humanas dentro da segunda Matrix beta ainda podiam discernir em um determinado nível o que não era real. Embora não fosse a mesma falha catastrófica que ocorreu com a primeira Matrix beta, a segunda versão ainda assim finalmente foi considerada um fracasso.

A Matrix atual Editar

  • Ver artigo principal: Matrix
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O designer final da Matrix foi modelado com base em uma cidade do final do século XX.

A solução foi finalmente encontrada graças a um tropeçou de um programa intuitivo, inicialmente previsto para estudar aspectos da psique humana: O Oraculo. Ela descobriu que os seres humanos tivessem a opção de escolha, mesmo em um nível subconsciente, de aceitar a realidade do mundo ao seu redor, 99% dos humanos aceitariam o mundo virtual. Assim, O Arquiteto redesenhou a Matrix em sua terceira e última forma, um mundo realista no qual a civilização humana estava aproxima de auge, por volta de 1980 - 2025, bem antes do ser humano começar a desenvolver inteligências artificiais, o que futuramente se tornariam seus piores e mais letais inimigos, as máquinas. Esta Matrix final incluiu a programação de escolha para que os humanos pudessem aceitá-la, mas ela veio com um preço. Enquanto isso foi uma solução funcional, menos de 1% dos seres humanos teriam vagas dúvidas sobre a "realidade" deste mundo, e com o tempo isso iria lentamente começar a causar a desestabilidade da Matrix, que passaria a exigir uma recarga.

A solução temporária das Máquinas era realmente permitir que algumas dessas "pílulas vermelhas" saíssem da Matrix, apesar de incessantemente caçá-los com agentes e tornando as coisas bastante difíceis para eles, mesmo que eles achassem que estavam escapando por conta própria. Esses dissidentes humanos foram autorizados a sair e formar o refúgio da cidade de Zion, como uma espécie de "válvula de escape" para manter a pequena percentagem de descontentes humanos fora da própria Matrix. No entanto, a cada cem anos (ou um pouco mais), quando a população de Zion alcançou cerca de um quarto de milhão de habitantes livres, o que se tornaria grande o suficiente para começar a ser considerada uma ameaça para as máquinas, que, então, lançariam um ataque militar para destruí-la. Mesmo assim, no interior da própria Matrix, a programação de escolha conduziria a uma catastrófica desestabilização no código da Matrix que, então, teria de ser reiniciado. A soma total das dúvidas humanas em relação a Matrix se acumulam em um ser humano nascido na Matriz conhecido como "O Escolhido", que acabaria tendo que voltar para o mainframe do computador principal das Máquina para retornar o código e reiniciar a Matrix de novo.

Referências Editar

  1. Matrix, cena vista pouco antes de Neo e Trinity atacarem o prédio do governo para resgatar Morpheu, seu líder.
  2. Matrix Reloaded, cena da conversa do Arquiteto com Neo.

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