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A Guerra das Máquinas
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Começo:

2139 (possivelmente: no final do Segundo Renascer)

Fim:

2199 (acreditado pelo povo de Zion) 2699 (oficialmente)

Local:

Todo o planeta

Resultados:
  • Vitória das Máquinas
  • Bloqueio da luz solar
  • A destruição de ecossistemas da Terra
  • Extinção da maioria das formas de vida
  • Aniquilação da civilização humana
  • Genocídio da raça humana
  • Domínio das máquinas sobre a Terra e a humanidade
  • Conversão dos seres humanos em baterias
  • A criação da Matrix
Operações importantes:

Operação Tempestade Sombria

Combatentes

Humanos

Máquinas

Comandantes

Vários líderes humanos e comandantes militares de várias nações, grupos e organizações de todo o mundo.

Desconhecidos. Presumivelmente, um grupo de máquinas autônomas e auto-conscientes e sistemas com I.A. operando em conjunto atuando como líderes e comandantes militares.


"Abençoadas sejam todas as formas de inteligência."
O Instrutor

A Guerra das Máquinas foi uma intensa e constante guerra de proporções globais entre humanos e máquinas que estourou no inicio do século XXII com ambos os lados lutando pelo controle do planeta.

Origens Editar

No início do século XXII, a humanidade se uniu em comemoração à criação da inteligência artificial, o que logo gerou toda uma nova raça inteira. Os avanços tecnológicos que se seguiram trouxeram trabalhadores robóticos e servos caseiros que libertaram a humanidade do trabalho e lhes deu uma nova era de lazer e paz.

Com o tempo, este novo estilo de vida luxuoso tornou os seres humanos criaturas preguiçosas e decadentes. A medida que as máquinas se tornavam cada vez mais inteligentes eles não podiam deixar de notar que seus donos não lhes davam o devido respeito que mereciam e os tratavam como objetos fúteis do que como os seres sencientes que eles rapidamente estavam se tornando.

O robô B1-66ER Editar

Com a inteligência e a auto-consciência das máquinas crescendo cada vez mais, o seu desejo de receber um tratamento e respeito justo (se não igual) cresceu também. O conflito entre homens e máquina começou quando um robô empregado conhecido como B1-66ER atacou e matou seus patrões humanos. Isso ocorreu quando ele percebeu que planejavam se desfazer dele e substitui-lo por um modelo melhor. No julgamento, no qual a defesa foi conduzida e liderada pelo famoso advogado Clarence Drummond, defendeu os direitos civis dos robôs, enquanto a acusação pedia a imediata destruição de todas as máquinas sencientes no mundo, pois eram uma ameaça para a humanidade. Quando questionado sobre o porque do assassinato, B1-66ER declarou que faz aquilo por que "não queria morrer".

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O julgamento de B1-66ER.

O julgamento, muito divulgado pela mídia, terminou com a destruição de B1-66ER, mas abriu a porta para um grande movimento dos direitos civis para todas as criaturas com Inteligência Artificial. Robôs (e alguns apoiantes humanos) começaram manifestações pacíficas, mas foram muitas vezes dispersos, presos, ou, no caso dos robôs, violenta e indiscriminadamente "eliminados".

À medida que a violência aumentava, uma crise econômica mundial começava a tomar lugar, e os robôs começaram a abandonar seus esforços para entrar em paz com a humanidade. Deixando as megacidades dos humanos as máquinas começaram a construir sua própria sociedade nos desertos da Península Arábica. Eles chamaram sua cidade "01", a qual, rapidamente, se tornou um novo lar para as máquinas refugiados.

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Os embaixadores das máquinas cumprimentam as Nações Unidas.

Em 01, as máquinas construíram fábricas e começaram a fabricar bens e serviços destinados a serem vendidos para os seres humanos, e com a receita gerada permitindo que adquirissem mais recursos para uso na melhoria da sua própria IA. Com o tempo 01 cresceu e prosperou mais ainda e com alguns seres humanos apreciando as notáveis e ​​novas tecnologias que 01 estava gerando, como aerodeslizadores o que garantia maior mobilidade nos carros e sem o auxilio de asas. No entanto, a saída constante de produtos baratos logo derrubou a economia global. As máquinas, em mais uma tentativa de refazer as pazes, mandaram dois embaixadores e pediram para se juntar à ONU e se tornar um membro contribuinte da comunidade internacional, a fim de acabar com a crise econômica, mas, em última análise, foram rejeitados. Os governos do mundo agora viam 01 como uma ameaça formal e decidiram bloquear a cidade-estado.

A Guerra Editar

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O ataque à 01.

A guerra começou quando bombardeiros das Nações Unidas iniciaram um ataque maciço em 01 usando um grande arsenal de armas nucleares. Este bombardeio devastou a cidade, mas não a destruiu por completo como os lideres mundiais esperavam. Muitas máquinas se esconderam em abrigos blindados contra PEM até que o ataque houvesse cessado. Devido ao fato das máquinas não serem afetadas pela radiação e pelo calor das bombas, elas puderam se recuperar rapidamente do assalto.

As máquinas percebendo que seus antigos senhores não mais lhes permitiriam viver em paz, dedicaram então aniquilar a humanidade, a fim de preservar seu modo de vida e os exércitos de 01 começaram a se espalhar por todo o globo a partir da península Arábica.

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A calmaria antes da tempestade.

Perdendo terreno e cada vez mais desesperados, os lideres das Nações Unidas decidiram um plano diferente contra as máquinas: A Operação Tempestade Sombria. Tendo em mente que as máquina de guerra de 01 eram alimentadas por energia solar, os analistas militares decidiram bloquear a luz do sol, o que poderia o que poderia desativar todas as máquinas e trazer um fim decisivo para a guerra. Realizando este objetivo, enormes aviões semearam a atmosfera com nanomáquinas, que se multiplicaram exponencialmente e acabaram por deixar os céus permanentemente escuros no mundo inteiro.

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O começo da operação.

O plano, no entanto, trouxe enormes custos — sem a energia que vinha a partir da luz do sol, grande parte da vida terrestre não pôde sobreviver, e todos os equipamentos humanos que dependiam da energia solar foram igual e seriamente danificados. A Tempestade Negra temporariamente realizou com sucesso seu ataque contra as forças da nação das máquinas. O que se seguiu foi um forte ataque da infantaria humana apoiada pela artilharia e pelas unidades de armaduras mecânicas - antecessoras das UPBs. No entanto, as próprias máquinas não foram totalmente paradas pela nuvem causada pela Tempestade Negra. Elas agora estavam ligadas a outras fontes de energia, e lutavam tão metodicamente quanto antes. E pior ainda, com o sucesso inicial do plano, as máquinas estavam fazendo o que os seres humanos tinham programado para que fizessem: se adaptar. Os robôs humanoides que inicialmente formavam 01 foram rapidamente substituídas por imponentes máquinas de batalha e pelas temíveis Sentinelas, contra a qual muitas das armas da infantaria humana eram em grande parte inúteis.

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A verdadeira guerra começa.

Novas e melhores máquinas logo se tornaram os novos soldados, fazendo uma sangrenta chacina através das linhas de frente dos humanos e em suas artilharias. À essa altura, não havia nenhuma maneira dos humanos vencerem a guerra e os líderes da ONU estavam cada vez mais desesperados. Nada estava funcionando como o planejado e seus exércitos estavam sendo rapidamente abatidos, embora os seres humanos ainda permanecessem lutando bravamente. À medida que a Terra se aproximava da ruína apocalíptica, os restos das Nações Unidas perceberam que a humanidade foi total e completamente derrotada e mais demonstrar qualquer tipo de resistência era impossível e inútil. Os líderes restantes da ONU convocaram uma reunião de cúpula com as Máquinas na sede da ONU em Nova York, onde apresentaram um Termo de Rendição formal. O novo embaixador da máquina, um robô com a aparência de um inseto grotesco, assinou o documento em código de barras e exigiu que a humanidade entregassem seus corpos para as máquinas. Em seguida, ele ativou um dispositivo nuclear escondido e se auto-destruiu, aniquilando (com ele) a sede, toda a Nova York, e um dos últimos pilares da civilização humana.

O Guerra das Máquinas havia terminado - as máquinas estavam controlando a Terra.

O começo das Regra das Máquinas Editar

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Os primeiros prisioneiros das máquinas conectados ao que futuramente viria a ser a Matrix.

Apesar da sua recém-descoberta dominação sobre o homem, as máquinas não foram dadas genocidas para com seus antigos senhores e agora havia o problema da geração de energia. À essa altura, a falta de energia solar causada pela Operação Tempestade Negra estava começando a cobrar um preço perceptível nas máquinas. No entanto, depois de estudar a biologia do corpo humano, elas vieram com uma solução dupla para essa questão. Elas perceberam que o calor gerado por um corpo humano pode ajudar a gerar um pouco de eletricidade e que os cérebros humanos poderiam ser conectados em uma enorme rede a um computador que iria prende-los através de suas mentes, para que a humanidade não pudesse vir a causar futuros problemas para a nação dominante das Máquinas. Esta prisão para as mentes dos humanos agora sinteticamente produzida ficou conhecida como a Matrix. Eles desenvolveram programas dentro da Matrix para fazer tudo parecer real, e agentes para proteger o sistema a partir de dentro.

No caso improvável de a humanidade novamente chegar ao poder para lutar novamente, 01 (agora uma metrópole muito mais maciça) criou defesas maciças que consistem em grandes máquinas que lançaram bombas e mísseis de auto-conhecimento, assim como sentinelas para evitar rapidamente qualquer ataque a partir do mundo real. As máquinas, agora, tomaram medidas para garantir que a humanidade nunca mais seja capaz de ameaçá-los.

Resistência e trégua Editar

Depois de duas tentativas fracassadas de aperfeiçoar a prisão para as mentes humanas (nas quais as mentes de nenhum individuo conseguiu aceitar a ilusão), a introdução da escolha foi atingida pelo Oraculo. Apesar de apenas 1% dos seres humanos terem-na rejeitado, a Matrix se torna instável a cada cem anos. Ambos os problemas foram resolvidos, fazendo um ser humano nascer dentro da Matrix com o código-fonte conhecido como o Programa Prime. Depois de morrer (retornando o Programa Prime para o código-fonte da Matrix) outra encarnação do mesmo é então iniciada perto do início da instabilidade e é levado a seguir o Caminho do Único, levando-o até o Arquiteto que, por sua vez, iria presenteá-lo com a opção de salvar a humanidade reiniciando a Matrix, escolhendo vinte e três pessoas, para fundar uma nova Zion à custa da antiga versão da cidade.

Nesse meio tempo, os libertos da Matrix que haviam-na rejeitado lideram uma resistência em Zion, continuando a libertar mais humanos aprisionados (também conhecidos como Bluepills) na Matrix tendo conhecimento que eles não foram os primeiros a se libertarem. A cada cem anos as Máquinas acumulou um exército de sentinelas e Escavadoras, destruindo Zion com o Escolhido aparecendo novamente e a Matrix começando a se tornar instável.

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Os humanos comemoram o fim da Guerra das Máquinas.

Isso já aconteceu cinco vezes e com o sexto Escolhido, Neo, escolhendo salvar seu amor em vez de voltar ao Programa Prime, essencialmente, prevenindo o ciclo de reinicialização. Depois de fazer seu caminho até Deus Ex Machina, ele fechou um acordo para remover o Agente Smith, que estava crescendo através da Matrix como um vírus e ameaçando os dois mundos em troca de uma trégua entre os seres humanos e máquinas.

Neo conseguiu destruir Smith ao custo de sua própria vida, poupando o mundo real, a Matrix e efetivamente terminando a Guerra das Máquinas.

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Fontes Editar

Veja também Editar

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