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"Escolha. O problema é escolha."
Neo

Escolha foi tanto uma solução quanto um problema para O Arquiteto e os guardiões da Matrix.

A primeira versão da Matrix foi concebida como uma utopia perfeita na qual as mentes humanas ligadas a este mundo simplesmente não puderam aceita-la, pois ela era "boa de mais para ser verdade". A segunda versão, criada com monstros e leis básicas de causa e efeito, também não foi bem sucedida.

Quando o programa mais tarde conhecido como O Oráculo ajudou na criação da terceira versão da Matrix, adicionando à sua programação o poder de escolha, as mentes humanas ligadas à Matrix não só foram capazes de aceitar a realidade artificial, mas também a aceitaram como sendo a única realidade, porém sentindo-se habilitados a tomar decisões que afetaram mudanças palpáveis na sua existência, mesmo que as mentes estando apenas vagamente conscientes de suas opções.

A escolha liga ambos a resistência e programas ao mesmo tempo dentro da Matrix. Morpheu da a Neo a escolha entre duas pilulas para tomar. Uma pílula iria continuar sua jornada na realidade da Matrix. O Oráculo diz a Neo que ele teria que fazer uma escolha para salvar Morpheu da morte ou salvar a si mesmo. Neo salva o seu mentor e morre em vez disso, mas sua mente escolhe viver e não aceitar a morte dentro da Matrix, iluminando sua mente com os poderes do Escolhido.

Algum tempo depois, quando Neo encontra o Arquiteto, o programa apresenta ao Escolhido duas portas: a primeira porta o leva até a Fonte para que ele reinsira o Programa Prime para que, então, a Matrix possa ser reiniciada, a segunda porta o levaria de volta à Matrix e a possível extinção de toda a raça humana. Dados os requisitos que o Arquiteto estava tentando forçar Neo a escolher, parece lógico afirmar que o Arquiteto só deixaria uma porta disponível. No entanto, os poderes inerentes dentro da Matrix pareciam exigir ainda que o criador da Matrix oferecesse pelo menos duas escolhas. Apesar dos esforços do Arquiteto e de seus sucessos anteriores com os antecessores de Neo, O Escolhido escolhe voltar à Matrix e salvar Trinity. A escolha de Neo aparentemente introduziu novas escolhas que nem mesmo o Oráculo podia prever suas ramificações.

Apesar das restrições que a escolha poderia trazer, Neo parecia ser o único personagem que existia dentro da Matrix com a capacidade real do livre arbítrio. Outros personagens, no exercício das suas funções, seriam facilmente parados pelos implacáveis agentes. Programas que vivem na Matrix geralmente não podem gerenciar tarefas fora de sua finalidade atribuída.

Alguns programas, como o Merovíngio, evitam a escolha, acreditando que tudo dentro da Matrix é meramente uma questão de causa e efeito, defendendo que o conhecimento do efeito de algo permite que o portador da causa tenha o poder em suas mãos. Ele tenta mostrar este princípio básico do restaurante Le Vrai apresentando uma jovem mulher com uma sobremesa que faz com que ela experimente um orgasmo espontâneo.

Baseado em desprezo contínuo do Merovíngio pelo Oraculo, assim como pela sua idade, como implícito pelo Oraculo, é provável que o Merovíngio tenha sido uma figura chave na segunda Matrix que falhou e na sua programação básica de causa/efeito.

Os poderes da escolha embutidas dentro da programação da Matrix é o que lhe permite funcionar, mas também é a causa da sua lenta deterioração centenária. Aproximadamente a cada 100 anos, o Programa Prime deve ser reinserido na programação da Matrix para recarregá-la, provavelmente redefinindo o código de indução da escolha do mundo virtual e estabilizando-o por mais um século. Como observado pelo Arquiteto, Neo percebeu este problema mais rapidamente do que os seus antecessores.

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